Esse tumblr não vive de reblog, nem tampouco de pioneirismo e ineditismo.

Bora seguir o conselho???

Bora seguir o conselho???

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-Quem sou eu na verdade, a Vani de cabelos rebeldes, ou a Vani de cabelo escovado. Estará a Vani de cabelo escovado, sufocando a Vani de cabelos rebeldes.
-Vani, olha só, é muito difícil ser eu. Num é fácil ser o Rui também não.
-Ai Rui, é difícil ser você aonde, meu amor? Você não tem uma crise, uma angústia,  uma dúvida existencial, aonde?
-Quem não tem, eu tenho tudo isso!
-Ah é, me dá um exemplo!
-De que, de uma crise, de uma angústia ou de uma dúvida existencial?
-Não, de uma dúvida existencial, me dê um exemplo!
-Pera aí, eu tenho uma dúvida existencial aterrorizante! Quer ver?
-Pode dizer.
-Pô, tava pensando nela cinco minutos atrás.
-Cinco minutos atrás e você esqueceu, Rui? Issso num é dúvida existencial!
-Peraí, é sim. Lembrei, lembrei!
-Qual é?
-Devo ou não ligar pra minha mãe para pedir desculpas?
-Desculpas do quê?
-Ué, por nunca ligar pra ela, porque quando ela liga eu fico impaciente. Uma série de coisas.
-Ai meu Deus, que dúvida existencial que ele tem, ligar ou não pra mãe dele!
-Ué isso é uma coisa muito séria, se minha mãe morre, eu vou carregar uma culpa o resto da minha existência?
-Dúvida existencial num é isso não, Rui! Por exemplo, as minhas dúvidas existenciais perto da suas, nossa, as suas são um pinto!
-Quais são as suas dúvidas?
-Ai, são muito barra pesada, sabe, são coisas que me, que me torturam o coração, por exemplo, Deus existe?

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É tão triste ver uma pessoa jovem partir. Ainda mais uma pessoa que precisava de ajuda. A questão não é “ela procurou isso”, “ela teve o que mereceu”. Vou te falar uma coisa, eu suponho que ninguém deseja morrer. Pessoas envolvidas a fundo com drogas definitivamente precisam de ajuda. Isso é uma doença. Vício é vício. É fácil falar quando se está saudável, é fácil ver o problema na casa do vizinho e balançar os ombros. Não conhecia Amy. Conhecia a sua música, que revolucionou um mundo musical que estava tão pobre e carente de talento. Se você tiver um pouco de sensibilidade, e em algum momento se identificar com o que Amy cantava em suas músicas, logo vai perceber o quão profunda e vinda da alma eram as letras eternizadas por ela. Seu último, e apenas segundo cd, é com certeza um dos melhores de todos os tempos, e o melhor da década passada. São músicas além do ouvir, pode parecer clichê e emocional, mas eram músicas para sentir. O mundo da música com certeza perde uma de suas maiores e mais promissoras estrelas. Amy, você vai deixar muitas saudades pra quem amava as suas músicas, pra quem apenas admirava sua linda voz, ou pra quem se sensibiliza com a fragilidade do ser humano e vê na sua tragetória um desfecho tão triste. Isso é apenas um lembrete, de que dinheiro nenhum compra paz. Agora o que temos, é seu pequeno, e ao mesmo tempo, grandioso legado. “I’d rather be at home with Ray, I ain’t got seventy days”. Descanse em paz.

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Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 é com certeza um épico do cinema que não leva o título de perfeito apenas por pecar em alguns pontos-chave.


Se tem um ponto positivo nesse filme é a eficiência dos acontecimentos. Como por exemplo, no começo, entre o Chalé das Conchas e o Banco Gringotes. É um alívio ver que não tem enrolação. Nada de preparar poção polissuco, nada de perder tempo subindo escadas, nada de explicações desnecessárias: os acontecimentos estão alí nus e crus para serem vistos. Mas isso também atrapalha em alguns momentos que deveriam ser grandiosos. A “grande batalha” por exemplo, parece durar apenas alguns instantes. Tudo bem que enquando Harry procura o Diadema e Ron e Hermione vão a Câmara Secreta, tudo continua acontecendo dentro e fora do castelo, mas a sensação de “já passou?” ficou no ar. Talvez eu tenha essa impressão pelo fato de ter sido a primeira vez que assisti ao filme, pode ser que em uma nova exibição eu consiga digerir melhor tudo o que se passa. Os efeitos visuais estão de matar. Não tem como botar defeito. Nem tente, você não vai conseguir. As filmagens aéreas são de tirar o fôlego, os giros na hora da batalha, feitiços, gigantes, é tudo muito surreal. Ver Hogwarts, o campo de Quadribol, e tantos outros locais aos quais nos afeiçoamos por dez anos, em plena destruição é de uma tristeza descomunal. Ver os mortos todos deitados no chão do que antes era o caloroso Salão Principal é de uma frieza esmagadora. A fotografia é perfeita. Perfeita. Quando Voldemort dá o aviso de que irá atacar a escola fazendo sua voz ecoar nos ouvidos de todos em Hogwarts, é muito macabro. Chega a dar um arrepio. E nessa hora eu ví a fotografia sendo eficiente, obviamente, não só aí. Quando ele começa a falar tudo se torna azul-esverdeado, dando exatamente o ar de frieza que a cena pede, perdendo os tons quentes de segundos atrás. 

Yates peca em coisas muito simples mas que em mim causou um efeito muito negativo. Não sei se é somente ele o responsável por isso, mas o efeito usado para a morte do Voldemort é simplesmente grotesco. Não que seja mal feito, mas é descabível. Já o efeito na morte da Bellatriz é engolível. Nesse quesito, Yates, você errou, e feio. Sem contar que quiseram simplificar o momento da morte do vilão, colocando como se Voldemort tivesse morrido por terem destruído a última Horcrux, a cobra Nagini. Ou seja, não houve o embate onde Harry derrota Voldemort com o ricocheteio do feitiço, ele simplesmente morre. Outro grave erro do Yates, mas que não foi um erro exatamente, porque foi uma coisa premeditada por ele, é querer deixar o filme menos dramático. As mortes de personagens tão importantes passam batidos. Tá, não passam batidos, mas passei quatro anos desde a leitura do livro imaginando que essas seriam as cenas de choro mais soluçantes da série Harry Potter, e no máximo foi tocante. Dá tempo de absorver a morte dos personagens, mas não dá tempo de chorar por eles.

Mais uma coisa, não sei se culpa do diretor ou roteirista, ou dos dois: quando Harry vai para a morte, ele encontra Ron e Hermione na escadaria da escola, coisa que não ocorre no livro. Rony e Hermione veem o amigo, o amigo não, o amigo de toda a vida, o melhor amigo indo morrer e apenas o abraçam ao estilo “boa viagem”. Como assim? A cena é emocionante, graças a interpretação de Emma Watson, foi a hora que não consegui segurar o choro, mas é o tipo de coisa que a gente engole.

Aliás, entrando no quesito interpretação, que melhora o Daniel Radcliffe teve. Ele ainda passa longe do destaque que é Emma, mas está muito convincente e seguro nesse filme, como disse, mais ou menos assim, Isabela Boscov da Veja, “até que enfim ele entendeu que quem deveria ter levado a série é ele, e não os coadjuvantes”.

E outra coisa que me irrita no Yates/Kloves, é esse monte de momentos de alívio cômico. Fora duas tiradas boas, o resto é totalmente dispensável. Os veteranos, mesmo que em pequenas cenas intercaladas durante o filme, dão o brilho épico que o filme têm. Maggie Smith simplesmente nos deixa eufóricos ao organizar a proteção do castelo junto aos outros professores de Hogwarts. Aliás, o que a Sra. Weasley fazia alí sendo que nem professora era? Por quê ocultaram a Professora Sprout? Bom, eu sei o porque. A Sra. Weasley é mais popular e “próxima” ao público e então resolveram colocar ela na linha de frente. Achei desnecessário.

A trilha sonora é magnífica. Confesso que em muitos momentos ela some junto ao filme, mas em momentos chave ela marca, e muito perfeitamente. Momentos altos da trilha do Alexandre Desplat são as faixas compostas para o Banco Gringotes, a organização da Batalha, a destruição de Hogwarts e as memórias do Snape. Achei curioso as faixas do final do filme não terem me chamado a atenção. Voltando ao quesito atuação, Alan Rickman rouba a cena. Todos os momentos de Snape são pedaços de obra-prima. Nas cenas das memórias, o pessoal da edição e o diretor merecem muitas palmas. É incrivel a construção e entrelace das cenas, trazendo o momento-chave que é Snape encontrando Lilían morta, como o clímax maior.

Ralph Fiennes finalmente deixou seu Voldemort dar as caras. Os momentos de fragilidade do Lorde das Trevas são assustadores, assim como a cena em que ele mata os duendes no Gringotes, e tantos outros momentos que com certeza, consagram Voldemort como o maior vilão dos tempos modernos. Destaque para a surra que ele dá no Potter. Michael Gambon retorna em seus poucos e brilhantes momentos com o melhor Dumbledore que a série poderia ter, reforçando mais ainda o meu amor por esse ator nesse papel.

Personagem que eu nunca gostei, mas que aceito a vontade da escritora de da-lo algum mérito, é Neville Longbottom. Matthew Lewis o interpreta com competência, mas não tenho afinidade com o personagem. Que coisa ridícula foi o roteirista querendo transformar o momento dele heróico além da conta. Acho válido um discurso dos “bons moços”, mas chegou a ficar vergonhoso, muito exagerado. “Harry morreu mas está nos nossos corações”, não, não deu. Sem contar que Voldemort teria dado um Avada Kedavra naquele menino assim que ele abrisse a boca.

O epílogo. Muito bem filmado e dirigido. Nostalgia a flor da pele. Uma sensação de “o ciclo continua”. Mas a maquiagem… Aquilo é o que vocês apresentam como sendo 19 anos depois? Não, obrigado. Prefiro a cena logo após a batalha, o trio de mãos dadas na ponte, que é uma das mais lindas de toda a série.

Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 sem dúvidas é um épico, pena que quase-perfeito, ao invés de perfeito. Talvez por eu ser fã e ter depositado uma expectativa muito enorme em cima do último capítulo, a película não tenha tido o alcance proposto pela produção em mim. Não estou dizendo que o filme é ruim nem mediano, é de longe o melhor da série, mas era o último, e queria ter saído do cinema gritando “Foi perfeito!”, mas não foi. Pelo menos, chegou muito próximo disso. Uma saga tão completa, bem feita, bem amarrada, e tão amada por tantos milhões de fãs ao redor do mundo, encerra aqui a sua história, e deixa um legado eterno de literatura, e também seu marco no cinema.

(Nota 9/10)

WTF

WTF

Bitch, i’m not here for that.

Bitch, i’m not here for that.

Alô, oi, é Vani, é. Que? Que isso? 10:35, tô atrasada porra nenhuma! Falar comigo nesse tom sua intrigueira escrota. Você e essas merdas toda dessas mulher que trabalha nessa loja. Eu to de saco cheio desse gerente viado, escroto. To atrasada porra nenhuma, vai falar pra ele, entendeu. Eu vou largar essa merda de desse cu dessa loja. É isso que eu vou fazer, eu vou entrar pro mundo do entretenimento, eu vou encher o meu cu de dinheiro e nunca mais eu volto aí, sua viada, escrota, ESCROTA!

potterish:

Seriously, that’s soooo cute!

potterish:

Seriously, that’s soooo cute!

Source: potterish

Hoje eu acordei e eu vou transar.